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Criado por João Pedro F. Marques

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Gerenciando as PESSOAS dentro de uma Organização de SUCESSO!



Pensando em algumas questões relacionadas à gestão de pessoas e como elas

impactam a rentabilidade da empresa, é válido ressaltar a importância das relações

humanas, pois considera-se que são primordiais para o desenvolvimento individual e

intelectual de cada ser humano.


No âmbito profissional, as relações públicas, possuem importância já que possibilitam a efetivação da comunicação e também um alinhamento assertivo dos objetivos e procedimentos que deverão ser realizados na empresa. Essas relações tiveram como um de seus primeiros pesquisadores o psicólogo Kurt Lewin. MAILHIOT (1976: 66), ao se referir a uma das pesquisas realizadas por esse psicólogo, afirma que ele chegou a constatação de que “A produtividade de um grupo e sua eficiência estão estreitamente relacionadas não somente com a competência de seus membros, mas, sobretudo com a solidariedade de suas relações interpessoais”. Portanto, o sucesso de um grupo e, consequentemente o alavancar de uma organização, necessita da importante contribuição da humanização do ambiente de trabalho, ou seja, é essencial desenvolver o respeito às diferenças, a valorização e a importância de cada indivíduo do grupo. Em caso contrário, a falta das relações públicas, compromete diretamente a produtividade e a eficiência da organização e dos seus funcionários.


Contudo, a importância dos relacionamentos interpessoais é evidente: os efeitos da boa gestão deste recurso podem constituir o principal diferencial entre as empresas de

sucesso e as demais.


Mas esta tarefa aparentemente simples é bem mais complexa do que parece, já

que estamos falando de pessoas, podendo ser o limiar entre um profissional bem-

sucedido e um “colaborador problema”. Diante disso, cabe a gestão de pessoas, estimular micro processos relacionais que possam, de forma integrativa e interdisciplinar, alinhar eticamente e moralmente os objetivos individuais do grupo aos objetivos coletivos. Assim, as particularidades de cada membro serão englobadas aos elementos mais importantes para a formação de um profissional bem-sucedido e, consequentemente, agrupado a uma equipe de alto desempenho. No entanto, o gerenciamento de pessoas, normalmente, tem como ponto de partida uma boa liderança: pois, um bom líder cultiva bons frutos por meio da motivação de seus colaboradores, devido ao comprometimento individual que, somados, geram a produtividade total do grupo. Entretanto, para que haja os efetivos resultados, essa liderança, juntamente com o planejamento de gestão de pessoas, deve ser exercida corretamente.


Para Fisher e Fleury (2001) um plano de gerenciamento de pessoas envolve um conjunto de estratégias adotadas pelas empresas para desenvolver seu capital humano, que englobam, desde a contratação dos melhores profissionais disponíveis no mercado, incluindo o futuro investimento no seu desenvolvimento até a retenção e a motivação para desempenhar suas funções. Atualmente, administrar os recursos humanos e potencializar o desempenho de quem faz parte de uma empresa tornou-se um grande potencial competitivo.


E ele é considerado efetivo quando se define um conjunto de políticas e práticas para o funcionamento da organização, orientando assim, o comportamento humano e as relações interpessoais no ambiente de trabalho. Porém, salienta-se, novamente, que nada vale o planejamento estratégico sem a presença de um gestor; e aqui cabe citar a diferença entre um chefe e um líder, esse primeiro exerce um estilo autoritário sobre os funcionários, enquanto um líder trabalha em conjunto com a sua equipe.


Assim, entende-se que os recursos humanos como um todo é uma estratégia completa que envolve toda a organização em busca do desenvolvimento, capacitação e a autoconsciência de que todas as pessoas a constituem, sendo responsáveis pela sua manutenção. Ou seja, o sucesso de uma empresa está condicionado ao trabalho e performance de sua equipe, totalmente dependente dos seus líderes, assim como afirma Sam Walton, o fundador da empresa mundial de varejo Wal-Mart: “os líderes

proeminentes saem de seu caminho para aumentar a autoestima de seu pessoal. Se as pessoas acreditam em si mesmas, é impressionante o que elas podem realizar”.


Para concluir, é possível observar que Gestão de Pessoas é um diferencial para o bom desempenho das organizações. Um debate entre os autores contemporâneos sobre a era atual e as implicações do que uma boa gestão resulta em agregação de valor, está se iniciando, apesar de que, já é de conhecimento geral que as empresas estão investindo cada vez mais nessa área, ou seja, as organizações do século XX1 já enxergam a importância de reconhecer e valorizar os colaboradores, prática que além de favorecer a produtividade e um bom clima organizacional, segundo Bernardes (2003) promove o enraizamento de fatores que são imprescindíveis para a harmonia dentro do âmbito de

trabalho: bom humor, espírito de equipe, profissionalismo e uma comunicação efetiva.